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Uso de equipamentos de proteção reduz riscos de doenças e acidentes de trabalho

Publicado no dia: 16/08/2023
Uso de equipamentos de proteção reduz riscos de doenças e acidentes de trabalho
Cada vez mais, o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) tem contribuído na prevenção de doenças e acidentes de trabalho, nas empresas e em atividades exercidas por microempreendedores e profissionais liberais. Independentemente do segmento, os EPIs trazem mais segurança aos trabalhadores, que estão expostos diariamente às situações de risco à integridade física. O uso de luvas, protetores auriculares, óculos, calçados e máscaras são os mais comuns, principalmente na indústria.

De acordo com a técnica em segurança do trabalho da Clínica São Vicente, Joanês Maria Schwertner, é preciso definir qual é o equipamento mais adequado para o uso, conforme cada atividade e exposição a riscos.

Ergonomia
Regido pela Norma Regulamentadora (NR) 17, a ergonomia é o conjunto de regras e procedimentos que visam os cuidados e a saúde dos profissionais, dentro e fora do ambiente de trabalho. De acordo com o médico da Clínica São Vicente, Airton Artus, anteriormente os Programas de Prevenção aos Riscos Ambientais (PPRA), abrangiam apenas os riscos físicos, químicos e biológicos. Contudo, com a mudança das normas, os riscos de acidentes e riscos ergonômico também foram incluídos no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) NR1, que entraria em vigor em agosto e prorrogada para 03/01/2022 (conforme PORTARIA Nº8873, 23 de julho de 2021).

“Houve um aumento da cobrança externa, por parte dos fiscais e autoridades. Momento em que as Empresas começaram a perceber a necessidade de investimentos nessa área. Algumas situações e doença ocupacional ou doença de trabalho são enquadradas automaticamente pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) através do Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP). O método tem a finalidade de apontar quais doenças e acidentes estão relacionados com a prática de uma função profissional.

A ergonomia deve estar presente em todos os lugares, seja nas residências, onde as pessoas estão trabalhando em home office, ou até mesmo nas academias. “Os aparelhos das academias devem ser adaptados para atender todos os tipos físicos. Já os móveis utilizados em home office, devem estar de acordo com o biotipo”, exemplifica Joanês.

As doenças relacionadas à falta de ergonomia representam alto índice de afastamento no trabalho. Lombalgia (dor nas costas), problemas relacionados aos movimentos repetitivos e lesões são os problemas mais comuns. “Neste caso, é indicado fazer pausas de trabalho e rodízio de atividades para evitar o desenvolvimento de lesões por esforço”, como forma de prevenção, explica a profissional.

Mudança das normas de Segurança do Trabalho
Com a reforma ministerial, prevista pelo Governo Federal, será criado um novo ministério envolvendo a área do Trabalho e da Previdência Social, que deverá ser chamado de Ministério do Trabalho e Previdência Social. Esta mudança deve refletir nas normas regulamentadoras de Segurança e Saúde do Trabalho.
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